[Sebo do Wes] Metal Gear Rising: Revengeance Vocal Tracks
Então, vendo e revendo o design
do Raiden eu ainda acho bem feito. Mas aquele salto alto....enfim, bem vindos
ao Sebo do “Kojimão” Wes.
Olá pessoas, um hiato violento
deste um aqui, não é mesmo? Culpem o Bioshock Infinite, hahahahaha. Enfim,
tirando spoiler de próximas resenhas, venho trazer uma resenha de álbum cantado
(sim, cantado), que trilha um joguinho que me limitei apenas à demo, mas que já
me instigou a ouvir a trilha toda. SIIIIIIIIIIIM, falo do Metal Gear que não é
Metal Gear, o álbum formidável Metal Gear Rising: Revengeance Vocal Tracks,
composto pelo James Christopherson.
Vamos à playlist parcial, amigos (eu explico o porquê do “parcial”):
01. Rules
of Nature (Platinum Mix)
02. The
Only Thing I Know For Real (Maniac Agenda Mix)
03. Dark
Skies (Platinum Mix)
04. I'm My
Own Master Now (Platinum Mix)
05. A
Stranger I Remain (Maniac Agenda Mix)
06. Return
to Ashes (Platinum Mix)
07. The
Stains of Time (Maniac Agenda Mix)
08. Red Sun
(Maniac Agenda Mix)
09. A Soul
Can't Be Cut (Platinum Mix)
10.
Collective Consciousness (Maniac Agenda Mix)
11. It Has
To Be This Way (Platinum Mix)
12. The War
Still Rages Within
13. The Hot
Wind Blowing featuring Ferry Corsten (Platinum Mix)
14. A Soul
Can't Be Cut (Platinum Mix - DLC Version)
15. Dark
Skies (Platinum Mix - Low Key Version)
16. Return
to Ashes (Platinum Mix - Low Key Version)
17. A Soul
Can't Be Cut (Platinum Mix - Low Key Version)
Provável que o álbum tem um dos
melhores começos, pois “Rules of Nature” tem
um crescimento inicial, culminando com batidas fortes de guitarra e um vocal também
imponente (culpa do Jason C. Miller),
seguido de uma leeeeeeve apaziguada. Porem o refrão é o atrativo, pois depois
de um berro bacanudo, vem o refrão que é “lá em cima” todo o tempo, acompanhada
da guitarra frenético. A propósito, muitas musicas fizeram bom uso da guitarra
nesse álbum, e emendando outro bom exemplo disso é a “The Only Thing I
Know For Real”, que tem como introdução uma guitarra simples, mas
forte. Digo simples, pois não é algo tão elaborado quanto meia hora de solo do
Dream Theather (foi só um exemplo, fãs), porem cumpre bem seu papel. Talvez a
voz estar com eco a todo momento me incomodou um pouquinho, mas como o “THE
ONLY THING I NEVER KNOOOOOOOOOOOOOOOOOOOW” no final da musica é estrondoso, eu
relevo.
Acho que separar um paragrafo
para destacar a “I'm My Own Master Now”
é mais do que justo, pois é a musica que mais me agradou do álbum, e também tem
seus motivos. Quando joguei a demo do MGR, ao final você enfrenta um chefe, Bladewolf. E quando você enfrenta ele,
toca esta musica, que se inicia com um solo meio instigante, onde apenas nessa
parte te intriga a saber o que virá a seguir. E o que vem a seguir é um dos
melhores gritos do álbum (Graeme Cornies,
seu formidável), aliadas a alguns efeitos de áudio que não sei classificar mas
que tornam a musica mais dinâmica. Mas como sou meio chato, eu achei que a
musica é meio curtinha, se ao menos tivessem aumentado o solo do meio da
musica, que é muito bom, daria mais vida à musica. Porem ela não perde seu mérito,
principalmente pelo nome e refrão darem uma mensagem bem forte, pois não é
qualquer um que se denomina “mestre de si mesmo”.
Falando no Jason C. Miller,
citado ali na primeira musica eu gostei
bastante dele na musica “Red Sun”. A musica
apesar de começar com um solo bacana, fica meio soturna e com vocais bem baixos
durante toda a musica. Mas isso que me agradou, pois gosto de vocais assim as
vezes. Falando em vocais diferenciados, a “A
Stranger I Remain” me chamou a atenção pela MULHER no vocal (culpa da linda
da Free Dominguez), pois a musica em
si é bem um pop rock comum, com guitarras e baterias contidas. Talvez seja essa
discrepância que me chamou a atenção, aliada ao fato de ser uma musica gostosa
de ouvir, apesar de nada tão excepcional. E falando (de novo) em discrepância, a “The War Still Rages Within”
me chamou a atenção por ser uma musica bem lenta no meio de tanto frenesi eletrônico.
O Graeme Cornies foi bem feliz no vocal baixinho aliada aos instrumentos e sons
eletrônicos bem cadenciados, e é compreensível isso, pois é o tema de créditos
do jogo. Gostaria de ver ela em uma versão acústica.
Agora explicando a parte da
playlist parcial. A partir da ultima musica citada ali em cima, o resto da
playlist se resume em versões instrumentais das mesmas musicas já citadas. Em
alguns casos, achei desnecessário, pois há musicas curtas demais e se tivesse
uma adição de ao menos mais um minuto de parte instrumental nas faixas soaria
bem melhor (coisa que outros álbuns fazem). A própria “I'm My Own Master Now”
ficaria melhor se parte instrumental fosse adicionada, o que muitos vídeos no
Youtube andam fazendo (um belo exemplo clicando aqui).
Para fins de gameplay é uma boa separar, mas para nós gente, que ouvimos os álbuns nem
é tão agradável assim.
Para fechar, reiteiro uma postagem aqui no conglomerado Violão de 8 Bits, onde a IGN promoveu uma apresentação ao vivo das musicas do jogo. Mesmo com som precário e a falta dos efeitinhos presentes nas musicas, gostei bastante das apresentações ao vivo principalmente pela capacidade dos musicos. E como diria Fausto Silva, "quem sabe faz ao vivo":
Fonte (e restante da playlist): VGMDB


Ouvi algumas músicas desse álbum e gostei muito. Eles também se preocuparam em fazer uma produção bem moderna, misturando pop/metal/eletronica e o resultado ficou bem interessante.
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